Perdi um único dente
Um implante pode substituir o dente perdido sem a necessidade de utilizar os dentes vizinhos como apoio para uma prótese fixa convencional.
Implantes dentários, próteses sobre implantes e protocolos planejados de forma individualizada — do diagnóstico ao acompanhamento pós-operatório.
Cada caso é estudado de forma completa para encontrar uma solução que una função, estética, conforto e segurança.

Um implante bem executado depende de diagnóstico, planejamento e de uma visão completa da saúde bucal.
Por isso, antes de qualquer procedimento, avaliamos fatores como os ao lado. A partir dessas informações, definimos quais possibilidades de tratamento fazem sentido para o seu caso.
A reabilitação com implantes pode ser uma alternativa para diferentes situações.
Um implante pode substituir o dente perdido sem a necessidade de utilizar os dentes vizinhos como apoio para uma prótese fixa convencional.
Dependendo da condição clínica, podemos utilizar implantes para sustentar próteses fixas e reconstruir a região perdida.
Em pacientes que perderam todos ou praticamente todos os dentes de uma arcada, uma prótese protocolo sobre implantes pode devolver estabilidade e segurança para mastigar e sorrir.
Também avaliamos tratamentos realizados anteriormente: próteses com dificuldade de adaptação, alterações estéticas, desconforto e problemas relacionados aos implantes ou aos tecidos ao redor deles.
Duas pessoas podem procurar a clínica pelo mesmo problema e precisar de tratamentos completamente diferentes. Por isso, nosso planejamento considera tanto a condição odontológica quanto as características individuais de cada paciente.
Exames de imagem, avaliação clínica, escaneamento digital e outras ferramentas de diagnóstico podem ser utilizados para estudar previamente a reabilitação. Quando indicado, o planejamento digital e a cirurgia guiada também podem fazer parte do tratamento.
A tecnologia é utilizada como ferramenta para aumentar a quantidade de informações disponíveis para a tomada de decisão clínica — e não para substituir o diagnóstico individual.

O primeiro encontro é destinado a entender sua queixa, histórico e expectativas, além de realizar a avaliação clínica inicial. Quando necessário, solicitamos exames complementares para estudar estruturas que não podem ser avaliadas apenas clinicamente.
Com as informações reunidas, definimos as possibilidades de tratamento e organizamos as etapas necessárias. Você recebe as explicações sobre o que encontramos, o que precisa ser tratado e quais caminhos podem ser considerados.
Planejada previamente considerando anatomia, disponibilidade óssea, posição protética desejada e particularidades clínicas. Dependendo do caso, podem ser utilizados planejamento reverso digital e cirurgia guiada.
Nosso cuidado não termina quando a cirurgia acaba. Orientamos detalhadamente o pós-operatório e acompanhamos a cicatrização, com retornos definidos conforme a complexidade de cada caso.
Após a etapa cirúrgica e o período indicado para cada caso, seguimos para a confecção da prótese sobre implantes. Forma, função, mordida, proporções e estética são avaliadas antes da conclusão.
Implantes também precisam de acompanhamento. Após a conclusão, orientamos higiene e manutenção e estabelecemos retornos periódicos de acordo com o perfil de cada paciente.
A experiência de uma cirurgia não depende apenas do que acontece durante o procedimento. Por isso, nosso protocolo de acompanhamento considera também o período pós-operatório.
Queremos saber não apenas como está o implante, mas também como você está se recuperando.
A prescrição é definida de acordo com o procedimento, histórico de saúde, medicamentos em uso, alergias e contraindicações. Não trabalhamos com uma prescrição única aplicada a todos.
Quando indicada, pode ser utilizada como recurso complementar, auxiliando no controle do desconforto e no processo de reparação tecidual.
Você recebe orientações sobre alimentação, higiene, medicação, cuidados com a região operada e sinais que precisam de atenção.
A evolução pós-operatória é acompanhada de acordo com a necessidade de cada cirurgia.

A prótese protocolo é uma reabilitação fixa apoiada sobre implantes, indicada para determinados pacientes que perderam todos ou grande parte dos dentes de uma arcada.
Ao contrário da dentadura convencional, ela permanece fixada aos implantes e é removida pelo cirurgião-dentista quando necessário para manutenção.
O planejamento considera não apenas os implantes, mas também:
O objetivo é reconstruir função e estética respeitando as características individuais de cada paciente.
A falta de osso não significa automaticamente que você não possa receber implantes. Após a perda dos dentes, é comum ocorrer reabsorção óssea ao longo do tempo.
Quando isso acontece, avaliamos por meio dos exames a quantidade e a posição do osso disponível. Dependendo do caso, podem ser consideradas estratégias como enxertos ósseos, técnicas regenerativas, mudanças no posicionamento ou no número de implantes e outras alternativas cirúrgicas.
A indicação depende da anatomia e das condições clínicas de cada paciente.
Em alguns casos, sim. A instalação de uma prótese provisória fixa logo após os implantes depende de critérios clínicos e cirúrgicos que só podem ser confirmados no planejamento e, em algumas situações, no próprio procedimento.
Por isso, a carga imediata não deve ser tratada como promessa. Quando houver indicação, ela poderá fazer parte do planejamento. Quando não houver, respeitamos o período necessário para cicatrização e integração dos implantes.
A prioridade é a segurança biológica do tratamento.
Avalia tridimensionalmente estruturas ósseas e anatômicas importantes para o planejamento cirúrgico.
Registra dentes, gengivas e outras estruturas para auxiliar no planejamento e na confecção das próteses.
Possibilita estudar previamente a posição dos implantes e a futura reabilitação.
Em casos selecionados, guias cirúrgicos transferem para o procedimento as informações definidas no planejamento digital.
Pode integrar o protocolo pós-operatório como recurso de fotobiomodulação, conforme indicação clínica.
Tecnologia não substitui diagnóstico. Ela nos ajuda a planejar melhor.
Não começamos pelo implante. Começamos entendendo por que aquele dente foi perdido, como está o restante da boca e quais fatores podem interferir na reabilitação.
Não existe um protocolo cirúrgico único para todos. O tratamento é definido a partir das condições clínicas e das necessidades de cada paciente.
Anatomia, posição dos implantes, futura prótese e características individuais são consideradas antes do procedimento.
Medicação individualizada, orientações, fotobiomodulação quando indicada e retornos fazem parte do cuidado cirúrgico.
O objetivo não é simplesmente instalar um implante. É planejar o dente ou a prótese que estará sobre ele e sua relação com todo o restante da boca.
Mantemos uma agenda clínica organizada para que cada tratamento possa ser acompanhado durante suas diferentes etapas.

Essa formação influencia diretamente a maneira como planejamos os tratamentos com implantes no Instituto: não pensamos apenas em onde colocar um implante.
Posição dos dentes, mordida, estética, condição óssea e gengival, escolha dos materiais, facilidade de higienização e manutenção ao longo dos anos fazem parte desse planejamento.
Nenhum caso complexo precisa ser enxergado por uma única especialidade. Por isso, conto com uma equipe de cirurgiões-dentistas de diferentes áreas, que participa do tratamento de acordo com as necessidades de cada paciente.
Meu papel é participar do diagnóstico e do planejamento da reabilitação, integrando essas diferentes etapas e acompanhando o tratamento até a reconstrução final do sorriso.
Você não recebe apenas um procedimento. Recebe um planejamento construído para o seu caso, com uma equipe preparada para conduzir cada etapa necessária.
Pacientes do Instituto falando, com as próprias palavras, sobre a experiência do tratamento.
“Já faz mais de 10 anos que fiz meus implantes protocolo e os enxertos com você. Olho para trás e vejo como esse tratamento mudou a minha vida e a minha autoestima. Queria te agradecer imensamente pelo trabalho impecável, pelo carinho e pela extrema competência.”
Paciente de protocolo e enxertos
“Eu demorei bastante pra fazer porque sempre tive medo de dentista. Mas a atenção e o cuidado que você teve comigo, e principalmente a transparência em cada etapa do tratamento, me deixaram muito mais tranquilo e confiante. No final, foi muito mais tranquilo do que eu imaginava.”
Paciente de implante
Depoimentos publicados com autorização dos pacientes. Cada caso é único e os resultados variam conforme a avaliação individual.





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Tirar uma dúvidaA instalação do implante é realizada sob anestesia local. Durante o procedimento, o objetivo é que o paciente não sinta dor.
No pós-operatório podem ocorrer desconforto, edema e sensibilidade, cuja intensidade varia conforme o procedimento e cada organismo. Por isso, orientações, medicação individualizada, acompanhamento e recursos complementares, quando indicados, fazem parte do nosso protocolo.
Sim. Muitos pacientes chegam até nós após experiências odontológicas difíceis ou depois de adiar o tratamento por medo.
Essa informação faz parte do planejamento. Durante a avaliação, conversamos sobre suas experiências anteriores e sobre estratégias para tornar o tratamento mais confortável e previsível.
Depende do caso. Um tratamento pode envolver apenas a instalação do implante ou exigir previamente extrações, enxertos, tratamento periodontal ou outras intervenções.
Além disso, existe o período biológico necessário para cicatrização e integração do implante. Após avaliarmos seu caso, conseguimos explicar quais etapas serão necessárias e uma estimativa de tempo para cada uma delas.
Em determinados casos é possível utilizar uma prótese provisória imediatamente após a cirurgia.
Isso depende, entre outros fatores, da estabilidade obtida pelos implantes, condição óssea, tipo de reabilitação e características da mordida. A possibilidade é avaliada individualmente e não pode ser garantida antes do estudo do caso.
O implante é a estrutura instalada no osso para funcionar como suporte. A prótese é o dente — ou conjunto de dentes — confeccionado sobre esse suporte. São etapas diferentes de uma mesma reabilitação.
É uma prótese fixa sustentada por implantes, utilizada para reabilitar uma arcada com ausência total ou extensa de dentes. Ela permanece fixada aos implantes e é removida pelo cirurgião-dentista quando necessário para manutenção profissional.
Não existe um número único que possa ser determinado sem avaliação. A quantidade e a distribuição dos implantes dependem da anatomia, disponibilidade óssea, tipo de prótese planejada e outros fatores clínicos.
Possivelmente. A perda óssea pode exigir mudanças no planejamento ou procedimentos adicionais, como enxertos e técnicas regenerativas. A tomografia e a avaliação clínica permitem determinar quais possibilidades existem para cada caso.
O tempo de uso da dentadura, isoladamente, não impede a realização de implantes. Entretanto, pessoas que perderam os dentes há muitos anos podem apresentar maior reabsorção óssea.
Por isso, precisamos avaliar clinicamente e por exames se existe estrutura adequada e qual estratégia é mais indicada.
Essas condições não significam automaticamente que o paciente não possa realizar implantes. Precisamos conhecer o estado geral de saúde, controle das doenças, medicamentos utilizados e exames pertinentes.
Quando necessário, também podemos solicitar avaliação ou informações do médico responsável antes do procedimento.
Não necessariamente. A fotobiomodulação com laser de baixa potência é um recurso complementar que pode ser utilizado de acordo com o procedimento e a necessidade clínica do paciente.
Não é possível estabelecer uma duração igual para todos os pacientes. A longevidade de uma reabilitação depende de diversos fatores, incluindo higiene, manutenção, condição dos tecidos ao redor dos implantes, hábitos, saúde geral, tabagismo, características da mordida e acompanhamento periódico.
Por isso, o tratamento não termina quando a prótese é instalada.
Sim. Podemos avaliar implantes e próteses realizados anteriormente quando houver desconforto, dificuldade de higienização, alterações estéticas, mobilidade, inflamação ou simplesmente necessidade de uma nova avaliação.
A possibilidade de manutenção, reparo ou substituição dependerá do diagnóstico.
Cada situação é analisada individualmente. Entretanto, infecções, doença periodontal ativa, cáries importantes e outros fatores que possam interferir na segurança ou no prognóstico da reabilitação precisam ser considerados no planejamento.
Quando necessário, organizamos o tratamento por etapas e prioridades.
Além da higiene diária realizada pelo paciente, são necessários acompanhamentos profissionais periódicos. Nessas consultas avaliamos implantes, gengiva, higiene, mordida, componentes protéticos e condição da prótese.
A frequência é definida de acordo com o perfil e a necessidade de cada paciente.
O investimento depende do diagnóstico e do tratamento necessário. Número de implantes, necessidade de enxertos, tipo de prótese, materiais utilizados e complexidade do caso podem modificar o planejamento.
Por isso, o valor é definido após a avaliação e o estudo do caso.
Se você perdeu um ou mais dentes, utiliza dentadura, precisa substituir uma prótese antiga ou deseja saber se uma reabilitação fixa sobre implantes é possível no seu caso, o primeiro passo é entender sua condição atual.
Na avaliação, vamos conversar sobre sua história, analisar sua saúde bucal e definir quais exames são necessários para construir o planejamento. Você entende as possibilidades antes de decidir como deseja seguir.
Ribeirão Preto – SP · Dra. Talita Hayaxibara · CRO-SP 107706